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Estado Palestino

Alguns são contra, justificando que esse seria composto por “homens bomba” loucos, mas muitos são a favor, pois, mulçumanos em sua maioria, já moravam lá antes dos judeus chegarem com seu Estado, que a ONU havia proposto em uma divisão entre os dois povos, parte da terra para Israel e outra parte para o que seria a Palestina. Israel conseguiu fazer seu país, mas a Palestina ,não! Israel ficou com a parte que era para ser da Palestina. Desde então, os palestinos lutam por um Estado e pelas fronteiras do tratado da ONU, mas mesmo se isso ocorrer, o conflito continuará e os israelitas vão vigiar os palestinos, controlando-os pelo imperialismo norte-americano. O único meio disso não ocorrer é um Estado único e laico que árabes e judeus convivam em paz.

A Palestina já foi muito exploradarada por outros países, principalmente a Inglaterra. Os conflitos começaram com a emigração de judeus para a região da Palestina querendo um Estado, Israel, onde já moravam muitos  “não-judeus”. O pedido do Estado foi atendido pela  ONU, com a decisão de dividir aquela região em Palestina e Israel, com uma cidade internacional, Jerusalém. Porém, o Estado Palestino nunca saiu do papel.

Os árabes formaram uma liga de países que não queriam que houvesse essa divisão, fazendo muitas guerras pelas terras em que esses moravam antes dos judeus, mas além de não consegui-las perderam outras, e Jerusalém foi para Israel. Depois de muitas guerras e conflitos há uma certa “paz” na região.

Os palestinos são vistos por muitos como “homens-bomba”, sendo essa a ideia que o imperialismo norte-americano quer passar, mas essas pessoas lutam por um Estado em que possam viver livres. Os interesses americanos naquela região são vários, como petróleo e bases militares, que seriam impossíveis de existir com o Estado completamente palestino, pois esses são contra os governos imperialistas, com razão, devido à exploraração que houve nesta área.

Uma Palestina cercada por Israel, que continuará vigiando o local, impedindo um desenvolvimento desse país e nunca havendo paz definitiva na região. O filme “Lemon Tree”  nos mostra essa situação dos árabes da região da Cisjordânia e o cercamento da área com o muro da Cisjordânia.

Portanto o único meio de haver paz é existir apenas um Estado Palestino laico, com união entre os dois povos, essa era uma das premissas da revolução francesa, a liberdade religiosa. A Palestina não teria o envolvimento dos EUA e seria um país livre que como a fênix renasceria das cinzas podendo seguir seus próprios passos.

Yan

Privataria Tucana

 

http://www.cartacapital.com.br/politica/61830/

Linha 4 amarela

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As novas linhas do metrô são lindas, confortáveis, quem vê acha que é perfeito e que São Paulo está melhorando absurdamente, mas será que é isso mesmo, a linha 4, amarela, é essa maravilha toda? Isso é muito pouco falado na mídia e você vai perceber o porquê de não falarem quem faz a linha amarela.
Vamos começar falando sobre essa linha, que foi criada para desafogar várias outras linhas, como a verde, o trecho sul da azul, a estação Sé. Só que para isso colocou a ligação com a linha azul na Luz, que já tinha metrô e três linhas de trem em uma só estação, mas essa não é a parte pior da linha amarela.
Quem contrói essa linha são empresas privadas, por meio de uma PPP (parceria público privada), mas o que é isso? É uma conseção que o governo dá para algumas empresas fazerem determinada obra. Essas obras, que deveriam ser feitas pelo governo, são executadas por grandes empresas, no consórcio Via Amarela são elas: Odebrecht Infraestrutura, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, OAS, Queiroz Galvão e Alstom. Essas empresas além de tudo serão responsáveis pela linha 4 durante 30 anos, ganhando dinheiro com isso. Dinheiro que poderia ir para os cofres públicos, mas que vão para os bolsos de alguns, que você e eu, já percebemos quem são.
Outras linhas que não são PPPs, não avançam, pois o Estado “não tem dinheiro”, para investir nelas (só para constar, tem dinheiro para o estádio do corinthians) e outras linhas estão virando PPPs sem serem divulgadas na mídia. Mas voltando ao assunto do início, por que a mídia não fala? Porque quem forma a imprensa são grandes empresas, e grande protege grande.
Temos que lutar contra as PPPs e divulgar sobre as mesmas.

Ato contra o SARESP na ETESP

Ato político com o objetivo de debater sobre o SARESP e outros temas envolvidos na ETESP.

10% para a educação, sim ou não?

Alguns movimentos recentes vêm propondo que o governo designe 10% do PIB para a educação pública, a princípio é uma ótima ideia, visto que atualmente o Brasil investe menos de 5% do PIB na educação. Mas apesar disso existem controversias sobre esse assunto.

Primeiramente alguns dizem que atrelando a educação ao valor do PIB, visto que o mesmo tem valor flutuante, se houver uma crise, ou por algum outro motivo o PIB caia de valor, a quantia designada para a educação também cairá. Outro problema é que com o dinheiro que já vai para a educação poderia-se fazer muito mais, então, talvez, 10% para a educação só aumente o devio de verbas. O dinheiro para a educação tem sim que aumentar, mas também tem que saber ser usado.

Haiti

O Haiti é um pequeno país na América Central, que fica situado em uma ilha (a ilha de São Domingos), que está ocupado pelas forças militares da ONU, com tropas de diversos países. Essas tropas seriam para proteger o Haiti, mas o que ocorre é que essas tropas representam o regime imperialista e no mês retrasado houve um estopim, o abuso de um jovem por soldados uruguaios.

O que há no Haiti é um regime opresseivo, parecido com o tão criticado regime dos EUA no Iraque. Por isso há uma luta pela desocupação imediata do Haiti.

Polícia na USP

Como já falamos na matéria  USP- A greve, a polícia está  na USP para “controlar” as ideologias esquerdistas tentando fazer parar os manfestos, por exemplo. Aqui está uma música dos Titãs que o nome é “polícia” e deveria ser o tema do manifesto contra a PM na USP.

Crise grega

Essa crise que esta acontecendo na Grécia por dívidas acumuladas pelo país está afetando o mundo inteiro, prncipalmente a Europa, mas se ouve falar tanto dela, mas entender, de verdade, é difícil, pois os jornais não explicam exatamente o que está acontecendo, por isso vou tentar resumir. Tudo começou com a Grécia entrando em muitas dívidas e depois entrou em mais dívidas para quitar as dívidas anteriores, mas esse é um problema que esta acontecendo em todos os países mais frágeis da Europa e tudo começou com a crise de 2009.

Desde então a discussão em todo o mundo vem sendo como resolver o problema grego, a saída encontrada pelo governo, foi cortar depesas na saúde, transporte, educação e até nos salários dos trabalhadores, que não têm culpa da dívida! Esse é o plano de reajuste tão falado pela mídia. Por isso os trabalhadores começaram a fazer greves.

Há alguns dias o primeiro-ministro grego, “socialista”, falou que iria fazer um plebiscito para saber qual era a opinião do povo sobre o plano de reajuste, perdendo toda sua credibilidade com os trabalhadores.

O G20 se reuniu no dia 3 de novembro na França, com o tema “novo mundo, novas ideias”, uma mentira, pois eles não podem criar um mundo melhor, pelo menos para os trabalhadores não! Os integrantes do G20 sabem que a culpa não é do povo grego, mas ninguém quer siar prejudicado, então a única saída que encontram é pressionar a Grécia

USP- A greve

Atualmente todos os jornais estão atacando a greve dos estudantes da USP, com a “imparcialidade” jornalística, mostrando durante um longo tempo a invasão da reitoria por “vândalos”, ou a opinião do diretor da USP, da PM e pouco se importado com o que os alunos tem a dizer.
A greve tem como objetivo tirar a polícia militar do campus da USP e contratar seguranças para o lugar dos policiais, mas por que, se os policiais vieram trazer a segurança para USP? A resposta é simples, a polícia não entrou lá para acabar com a violência, mas sim acabar com os protestos, manifestações dos estudantes, pois na USP é de onde mais saem as ideias de esquerda, que vão contra o sistema capitalista defendido pelo Estado.
No jornal “Folha de S. Paulo” deste sábado foi aberto um espaço para um esquerdista defender os estudantes, mas esse esquerdista não foi escolhido ao acaso, é um homem que defende a liberação da droga, isso faz ligar a ideia de ser de esquerda a ser “moconheiro”, uma grande falácia, pois muitos esquerdistas não defendem a liberação da droga.

“Dilma, abra a negociação!”

Esse é um tema um pouco antigo, mas essa foi a capa do jornal esquerdista “O Trabalho” de 22 de setembro, pois o goveno Dilma entre outros governos de esquerda pelo Brasil estão sendo tão duros com as greves quanto os governos de direita, sendo que a greve é um direito dos trabalhadores que esta na constituição.
Na edição seguinte do mesmo jornal, 6 de setembro, volta o mesmo tema “Dilma, as greves pedem outra política!”, além disso em ambas as edições do jornal é mostrado claramente diversas divergências entre a esquerda e também, que na verdade grande parte dessa esquerda de hoje em dia não cumpre com algumas de seus compromissos com o trabalhador. Lembrando, que os partidos de direita não têm compromissos diretos com o trabalhador e poranto se desrespeitar as greves não podemos condená-los por não cumprir seus princípios.

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