As novas linhas do metrô são lindas, confortáveis, quem vê acha que é perfeito e que São Paulo está melhorando absurdamente, mas será que é isso mesmo, a linha 4, amarela, é essa maravilha toda? Isso é muito pouco falado na mídia e você vai perceber o porquê de não falarem quem faz a linha amarela.
Vamos começar falando sobre essa linha, que foi criada para desafogar várias outras linhas, como a verde, o trecho sul da azul, a estação Sé. Só que para isso colocou a ligação com a linha azul na Luz, que já tinha metrô e três linhas de trem em uma só estação, mas essa não é a parte pior da linha amarela.
Quem contrói essa linha são empresas privadas, por meio de uma PPP (parceria público privada), mas o que é isso? É uma conseção que o governo dá para algumas empresas fazerem determinada obra. Essas obras, que deveriam ser feitas pelo governo, são executadas por grandes empresas, no consórcio Via Amarela são elas: Odebrecht Infraestrutura, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, OAS, Queiroz Galvão e Alstom. Essas empresas além de tudo serão responsáveis pela linha 4 durante 30 anos, ganhando dinheiro com isso. Dinheiro que poderia ir para os cofres públicos, mas que vão para os bolsos de alguns, que você e eu, já percebemos quem são.
Outras linhas que não são PPPs, não avançam, pois o Estado “não tem dinheiro”, para investir nelas (só para constar, tem dinheiro para o estádio do corinthians) e outras linhas estão virando PPPs sem serem divulgadas na mídia. Mas voltando ao assunto do início, por que a mídia não fala? Porque quem forma a imprensa são grandes empresas, e grande protege grande.
Temos que lutar contra as PPPs e divulgar sobre as mesmas.
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Alguns movimentos recentes vêm propondo que o governo designe 10% do PIB para a educação pública, a princípio é uma ótima ideia, visto que atualmente o Brasil investe menos de 5% do PIB na educação. Mas apesar disso existem controversias sobre esse assunto.
Primeiramente alguns dizem que atrelando a educação ao valor do PIB, visto que o mesmo tem valor flutuante, se houver uma crise, ou por algum outro motivo o PIB caia de valor, a quantia designada para a educação também cairá. Outro problema é que com o dinheiro que já vai para a educação poderia-se fazer muito mais, então, talvez, 10% para a educação só aumente o devio de verbas. O dinheiro para a educação tem sim que aumentar, mas também tem que saber ser usado.
O Haiti é um pequeno país na América Central, que fica situado em uma ilha (a ilha de São Domingos), que está ocupado pelas forças militares da ONU, com tropas de diversos países. Essas tropas seriam para proteger o Haiti, mas o que ocorre é que essas tropas representam o regime imperialista e no mês retrasado houve um estopim, o abuso de um jovem por soldados uruguaios.
O que há no Haiti é um regime opresseivo, parecido com o tão criticado regime dos EUA no Iraque. Por isso há uma luta pela desocupação imediata do Haiti.
Essa crise que esta acontecendo na Grécia por dívidas acumuladas pelo país está afetando o mundo inteiro, prncipalmente a Europa, mas se ouve falar tanto dela, mas entender, de verdade, é difícil, pois os jornais não explicam exatamente o que está acontecendo, por isso vou tentar resumir. Tudo começou com a Grécia entrando em muitas dívidas e depois entrou em mais dívidas para quitar as dívidas anteriores, mas esse é um problema que esta acontecendo em todos os países mais frágeis da Europa e tudo começou com a crise de 2009.
Desde então a discussão em todo o mundo vem sendo como resolver o problema grego, a saída encontrada pelo governo, foi cortar depesas na saúde, transporte, educação e até nos salários dos trabalhadores, que não têm culpa da dívida! Esse é o plano de reajuste tão falado pela mídia. Por isso os trabalhadores começaram a fazer greves.
Há alguns dias o primeiro-ministro grego, “socialista”, falou que iria fazer um plebiscito para saber qual era a opinião do povo sobre o plano de reajuste, perdendo toda sua credibilidade com os trabalhadores.
O G20 se reuniu no dia 3 de novembro na França, com o tema “novo mundo, novas ideias”, uma mentira, pois eles não podem criar um mundo melhor, pelo menos para os trabalhadores não! Os integrantes do G20 sabem que a culpa não é do povo grego, mas ninguém quer siar prejudicado, então a única saída que encontram é pressionar a Grécia
Atualmente todos os jornais estão atacando a greve dos estudantes da USP, com a “imparcialidade” jornalística, mostrando durante um longo tempo a invasão da reitoria por “vândalos”, ou a opinião do diretor da USP, da PM e pouco se importado com o que os alunos tem a dizer.
A greve tem como objetivo tirar a polícia militar do campus da USP e contratar seguranças para o lugar dos policiais, mas por que, se os policiais vieram trazer a segurança para USP? A resposta é simples, a polícia não entrou lá para acabar com a violência, mas sim acabar com os protestos, manifestações dos estudantes, pois na USP é de onde mais saem as ideias de esquerda, que vão contra o sistema capitalista defendido pelo Estado.
No jornal “Folha de S. Paulo” deste sábado foi aberto um espaço para um esquerdista defender os estudantes, mas esse esquerdista não foi escolhido ao acaso, é um homem que defende a liberação da droga, isso faz ligar a ideia de ser de esquerda a ser “moconheiro”, uma grande falácia, pois muitos esquerdistas não defendem a liberação da droga.
Esse é um tema um pouco antigo, mas essa foi a capa do jornal esquerdista “O Trabalho” de 22 de setembro, pois o goveno Dilma entre outros governos de esquerda pelo Brasil estão sendo tão duros com as greves quanto os governos de direita, sendo que a greve é um direito dos trabalhadores que esta na constituição.
Na edição seguinte do mesmo jornal, 6 de setembro, volta o mesmo tema “Dilma, as greves pedem outra política!”, além disso em ambas as edições do jornal é mostrado claramente diversas divergências entre a esquerda e também, que na verdade grande parte dessa esquerda de hoje em dia não cumpre com algumas de seus compromissos com o trabalhador. Lembrando, que os partidos de direita não têm compromissos diretos com o trabalhador e poranto se desrespeitar as greves não podemos condená-los por não cumprir seus princípios.
Charlie Gilmour, filho adotado do ex-guitarrista do Pink Floyd, David Gilmour, foi sentensiado, ontem, a cumprir 16 meses de prisão por ter participado de protestos estudantis violentos em Londres. Ele adimitiu participar deste protesto e ter gritado “Vamos quebrar todas as leis!”.
O protesto era para combater o aumento dos preços das universidades. Parte das pessoas do protesto foi atacar o comboio real, onde estava o prícepe Charles. Há acusações contra Gilmour dizendo que ele estava pendurado no mastro da bandeira da Inglaterra. Também foi dito que o mesmo atirou uma lata de lixo no carro do príncipe Charlie e que havi atacado uma loja, mas essas acusações não convenceram o juíz.
Testemunhas disseram que nos últimos mêses Gilmour começou a beber e utilizar drogas por ter sido rejeitado por seu pai biológico. Também foi relatado que ele havia tomado LSD e Valium antes do protesto.
Gilmour será preso após suas provas na universidade.
Isso mesmo a cidade que movimenta a economia brasileira é a 10ª cidade mais cara do mundo, na frente de Nova Iorque (a 33ª cidade mais cara), Paris e Londres. O Rio de Janeiro não fica muito atrás de São Paulo, sendo a 12ª cidade mais cara do mundo e a 2ª mais cara do país. No mundo a cidade mais cara Luanda na Angola, seguida por Tóqui no Japão e N’Djamena no Chade.
Isso também tem um pouco a ver com a inflação no primeiro semestre que São Paulo foi a que teve 3ª maior inflação do país (4,05%) e o Rio de Janeiro a 4ª (3,9%) a cidade que teve maior inflação no Brasil foi Curitiba (4,39%). Os maiores culpados pela inflação são: vestuários, trasportes e súdes (4,2%), despesas pessoais (5%) em primeiro lugar a educação (7,3%).
O empresário Senor Abravanel, mais conhecido como Silvio Santos vendeu, nesta noite de segunda-feira dia 31/1, as ações que lhe pertenciam do banco PanAmericano, 51% do total das ações (os outros 49% pertencem a caixa econômica federal), nesta noite de segunda-feira para o BTG pactual.
Entre uma brincadeira e outra, Silvio Santos confirmou a venda do banco, mas disse que não sabia informar o valor e os outros detalhes da venda, pois segundo ele quem fez o negócio foram a filha e os advogados. Na mesma entrevista informou que suas outras empresas, entre elas o SBT (Sistema Brasileiro de Televisão), não estão à venda.
O principal motivo da venda foi rombo, que estima-se ser de 4 bilhões de reais e não de 2,5 bilhões como era estimado no começo. Essa dívida ficará para o BTG pactual que infou ter pago 450 milhões de reais pelo banco.
A menina 23225 –é assim que ela está registrada nos prontuários médicos– foi internada aos 11 anos no Hospital Psiquiátrico Pinel. “Inteligente, agressiva, indisciplinada, sem respeito, fria e calculista”, escreveram dela os que a levaram à instituição-símbolo da doença mental de São Paulo.
Psiquiatras, enfermeiros e psicólogos do Pinel logo viram que o caso de 23225 dispensava internação. Deram-lhe alta. Mas, como a garotinha não tem quem a queira por perto, já são mais de 1.500 dias, ou 4 anos e três meses esquecida dentro da instituição de tipo manicomial.
A menina não é psicótica ou esquizóide; não é do tipo que ouve vozes ou vê o que não existe. Uma médica do hospital resumiu assim o problema: “O mal dela é abandono”.
Em termos técnicos, 23225 foi catalogada no Código Internacional de Doenças como sendo F91, que designa transtorno de conduta –desde agressividade até atitudes desafiantes e de oposição.
Miudinha, cabelos cacheados, 23225 tinha apenas quatro anos quando a avó colocou-a em um abrigo para crianças de famílias desestruturadas. O ciúme, diz a mulher, vai acabar com ela. Era só 23225 ver outra criança recebendo carinho e armava uma cena. Jogava-se no chão, chorava. Virou “difícil”.
BUQUÊ NO CHÃO
Até os sete anos, a menina não conhecia a mãe, que cumpria pena por roubo e tráfico de drogas. A mulher é usuária de crack. Reincidente, enfrenta agora outra temporada de sete anos atrás das grades.
O primeiro encontro das duas foi um desastre. Uma saía da Penitenciária Feminina, a outra a esperava, vestidinho branco, e um buquê de flores para entregar. A mulher xingou a filha e o buquê ficou no chão.
No dia 8 de novembro de 2005, o abrigo conseguiu que um juiz internasse 23225 na Clínica de Infância e Adolescência do Pinel, voltada para quadros psiquiátricos agudos. Os atendimentos duram no máximo 18 dias e o paciente é logo reenviado para seu convívio normal. Se cada 18 dias contassem como uma internação, a menina 23225 já teria sido internada 86 vezes.
DEITADA NA RUA
“Essa internação contraria toda e qualquer política atual de saúde mental, além de provocar danos irreversíveis, já que [a menina] vivencia cotidianamente a realidade de uma enfermaria psiquiátrica para casos agudos e é privada de viver em sociedade e de frequentar a escola”, relatou o diretor do Pinel, psiquiatra Eduardo Augusto Guidolin, em 8 de março de 2007.
À Folha, a avó da menina, evangélica da igreja Deus é Amor, disse que acaba de conseguir um emprego com carteira assinada –serviços gerais, R$ 480 por mês. “Não vou pôr a perder por causa dela”.
Certa vez, em fuga do Pinel, 23225 deitou-se no meio da rua em que mora a avó –queria morrer atropelada: “Eu tinha acabado de dizer que aqui ela não podia ficar”.
O diretor do Pinel pediu a todos os santos dos abrigos: à Associação Aliança de Misericórdia, Parque Taipas, à Associação Lar São Francisco na Providência de Deus, ao Instituto de Amparo à Criança Asas Brancas, de Taboão da Serra, ao Abrigo Irmãos Genésio Dalmônico, ao Abrigo Bete Saider, em Pirituba, à Associação Santa Terezinha, ao Abrigo Amen-4, entre outros, que arrumassem uma vaga para 23225 viver. A menina moraria no abrigo, poderia frequentar uma escola, e receberia atendimento psiquiátrico ambulatorial em um Centro de Atendimento Psicossocial mantido pela Secretaria Municipal de Saúde.
Não deu certo. Ou os abrigos alegavam não ter vagas, ou diziam não ter vagas para alguém com o “histórico Pinel”. Em duas oportunidades, dois abrigos concordaram em acolher a menina. Ela quis voltar para o hospital. Outras tentativas precisariam ser feitas.
PROTESTOS
O médico Guilherme Spadini dos Santos, então coordenador do Napa (Núcleo de Atenção Psiquiátrica ao Adolescente), do Pinel, escreveu ainda em 2005, em um relatório: “O isolamento social é extremamente prejudicial aos quadros de transtorno de conduta. O hospital psiquiátrico não é local para tratamento de longa duração. A paciente precisa ser encaminhada para serviço ambulatorial especializado para continuar seu tratamento e para que se promova sua reinserção na sociedade”.
Em 18 de dezembro de 2006, o diretor do Pinel informava que a menina já se encontrava em alta médica havia vários meses, permanecendo na instituição por ordem judicial. “Essa situação permanece porque a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social não consegue nos indicar um abrigo para onde se possa encaminhá-la. [A menina] está sendo privada de uma vida social e educacional a que tem direito, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente.”
Em 10 de novembro de 2009, Guidolin endereçou ao procurador regional dos direitos do cidadão do Ministério Público Federal, um ofício em que manifesta “indignação desta equipe técnica que por diversas vezes acionou o Judiciário solicitando a desinternação desses adolescentes que na ocasião precisavam apenas de um abrigo para moradia e dar continuidade a seu atendimento médico ambulatorial. Cabe à Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social definir o local de abrigamento.”




